quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Amigos também dizem EU TE AMO


Um dia a maioria de nós irá separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos; dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim.. Do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe nos e-mails trocados. Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar, meses, anos, até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo. Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: quem são essas pessoas?
Diremos que eram nossos amigos e isso vai doer tanto!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009




até quando? até quando nós vamos ver desigualdade, Teremos q topar com cenas como estas!
ateh quando o dinheiro vai falar mais alto?
Ateh quando o mundo vai suporta issO?!

Filhos do Coração: crianças continuam esperando por pais adotivos


Este Blog hoje preparou uma série de reportagem para discutir as mudanças na legislação. Esperança e expectativa das crianças que estão em abrigos e também dos pais que esperam há muito tempo por um filho.

Histórias de adoção.

Hj mostraremos uma história emocionante de uma família que adotarou uma criança e hoje têm um filho do coração para criar.


Jéssica ganhou uma nova família aos 11 anos de idade. A psicóloga Fabiana Toledo foi voluntária no abrigo onde a garota vivia; o trabalho terminou, mas as duas não conseguiram mais se separar. “Eu falei: ‘você quer que eu seja sua madrinha, quer dormir lá em casa?’”, conta a mãe.


A família de Fabiana também queria Jéssica bem perto. “Todo final de semana, ela começou a ir lá pra casa. As crianças começaram a pedir: ‘mãe, vamos buscar a Jéssica?’”, lembra. “Quando comecei a pensar em adotar, falei com meus filhos: ‘não tem essa coisa de, se brigar, dizer que não é mais irmã. Não existe isso, é pra sempre. A adoção não era só minha nem do meu marido, era nossa. Jéssica iria nos adotar, meus filhos iriam adotá-la”.

Jéssica quis ouvir os futuros irmãos. “Eu cheguei, vi o quarto, e no quarto eu perguntei assim pra Leila: ‘olha só, se eu tiver pegando seu pai de você, me fala, tá? Porque aí eu falo que não quero ser adotada’”, lembra Jéssica, emocionada. “Aí, ela falou assim: ‘não, Jéssica, você não vai pegar meu pai, não. Eu quero ser sua irmã, vou dividir papai e mamãe com você’. Eu fiquei muito feliz e depois daquilo me soltei, comecei a ver que eu estava ganhando uma família".

Isso foi há quatro anos. A insegurança ficou no passado; os pais de Jéssica sentem que agora a família está completa. “Esse é o verdadeiro amor: você amar a diferença, amar a mãe quando está irritada, amar o pai quando faz alguma coisa que não te agrada. Esse é o verdadeiro amor, o amor que sustenta tudo", garante Fabiana.

“Adoção: um destino em suas mãos”. Essas palavras dizem muito de um ato que não tem a ver com solidariedade, mas com amor; um afeto que cura tudo. Quem adota, quase sempre toma uma decisão depois de pensar muito – às vezes, até mais do que os pais que tiveram os filhos de maneira natural.

As crianças que sabem desde pequenas que foram escolhidas são mais seguras para enfrentar a vida. Uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Paraná com um grupo de 300 filhos adotivos e 300 biológicos surpreendeu os psicólogos.



“Os filhos adotivos mostram seus pais como mais participativos, mais envolvidos”, afirma a psicóloga Lídia Weber. “Algum tempo atrás, no Brasil, não se falava sobre adoção; se sussurrava sobre adoção. Era uma coisa marginal, que devia ser escondida.



Hoje não; existe um movimento grande e lindo da sociedade civil, que são os grupos de apoio a adoção. Isso faz, sim, com que as crianças se sintam muito especiais – portanto, com a auto-estima muito elevada”, garante.


Lídia Weber diz ainda que o ideal é contar sobre a adoção desde os primeiros anos, de acordo com a capacidade de entendimento da criança. “O momento ideal de se contar para uma criança que ela foi adotada é desde sempre”, orienta a psicóloga.



E dá uma dica: “Mesmo que a criança seja um bebê, os pais devem utilizar a palavra ‘adoção’ no sentido positivo – por exemplo ‘eu adotei a cor azul pra mim, porque eu gosto do azul’. No sentido de uma coisa boa”.


Helena já sabe de cor a história de como chegou à casa dos pais, mas as lembranças sempre emocionam. Tudo começou com os sonhos da empresária Clarisse Palma. “Eu comecei a sonhar com uma criança, com a presença de uma criança correndo pela casa", conta.


Foram meses de procura nos juizados e abrigos. Clarisse não podia mais ter filhos, e durante dez anos guardou esta vontade no coração. Até que, um dia, a espera terminou. “Ela veio para o nosso colo e se aconchegou feito um gatinho. Aí ela dormiu, e de repente ficou aquele silêncio no fórum, as pessoas se entreolhando.



Aí o meu marido falou assim: ‘dorme, minha filha, dorme, porque você finalmente encontrou sua mãe’. Ela é uma bênção na nossa vida", lembra a mãe, emocionada. Helena se acostumou à reação dos pais: “Eles não conseguem segurar o choro, chorar faz parte”, diz a menina.


A adoção é uma emoção muito intensa. Isso é amor, não tem um amor diferente porque é adotivo, não tem isso. É amor", define o pai de Helena, o empresário César Coelho.( matéria pegada no site JH ' )

domingo, 27 de dezembro de 2009

O Que você pode fazer para mudar o mundo?

-
Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo ...

Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração ...

Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres ...

Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo ...

Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos ...

Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida...

Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor. Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor ...

Ivete Sangalo cria concurso para novos cantores no Twitter




Vencedor vai cantar com Ivete no carnaval de Salvador.
‘Produtores ajeitam tudo depois’, diz cantora ao anunciar concurso.


A cantora Ivete Sangalo usou sua conta no serviço de micro-blogging Twitter para lançar um concurso para revelar novos cantores brasileiros. Segundo Ivete, o artista escolhido vai dividir o palco do trio elétrico com ela na terça-feira de carnaval , no dia 16 de fevereiro, em Salvador.

“Vou mandar uma aqui e depois eu falo com minha produção e eles ajeitam tudo né? Senão, tudo que eu pensar (e) tiver que falar (com os produtores) antes, fica ruim”, anunciou Ivete no começo da série de posts na manhã deste domingo (27).

“Quando comecei a cantar só pedia a Deus uma mão amiga pra me dar uma força. Agora, eu serei essa mão pra alguém muito talentoso”, continuou a cantora, dizendo que os candidatos devem mandar um vídeo cantando a sua música favorita. “Serão pré-selecionados alguns vídeos ate chegarmos ao vencedor”, completa, sem dar mais detalhes. “Vou cuidar de tudo e depois eu volto”, anunciou, antes de se despedir.